Pelas palavras...

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Não importa a visão da cidade/ E sua face atormentada dando voltas no quarteirão/ Nossos olhos erguidos além do concreto/ Vêem as copas das árvores e não espantam pássaros/ Também aprendemos a pousar na linha esticada/ Para ver o sol nascer.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Do invisível


Labaredas escorrem entre os dedos
e tocam o chão como lençóis acesos na escuridão
Enquanto todos dormem...
nos seus lençõis de band-aid e algodão

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